Experiência do técnico campeão de 2023 é a cartada final dos dirigentes para acalmar os ânimos no São Paulo
Olha, amigos do Edmais Esporte, vamos falar a verdade nua e crua: a diretoria do São Paulo não tinha para onde correr. Após a queda na Copa do Brasil e os protestos recentes da torcida, o ambiente no CT estava insustentável. A demissão de Roger Machado deixou um vácuo que só um nome poderia preencher sem gerar mais revolta: Dorival Júnior.
Os dirigentes sabiam que precisavam de um “escudo” e Dorival é o único que tem esse crédito com a arquibancada, especialmente pelo título inédito de 2023. Ao fechar esse contrato até dezembro de 2026, a cúpula tricolor tenta salvar a própria pele, apostando na estabilidade que só um técnico com 92 jogos e uma história vitoriosa no clube pode oferecer.
Dorival interrompeu seus planos de descanso por causa da identificação com o São Paulo, trazendo consigo toda a comissão técnica que o torcedor já conhece. É a busca desesperada por uma “paz imediata” para tentar subir na tabela do Brasileirão e manter a liderança na Sul-Americana antes da pausa para a Copa. No fim das contas, foi a decisão mais segura para quem não podia mais errar.





