PUBLICIDADEspot_imgspot_img

Morte de Oscar Schmidt: CBB emite nota sobre perda do ídolo

O basquete mundial chora a , o maior jogador da história da Seleção Brasileira, ocorrida nesta sexta-feira.

A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) emitiu uma nota oficial lamentando profundamente a morte de Oscar Schmidt. A entidade classificou o ex-atleta como um símbolo absoluto que redefiniu os limites do esporte nas quadras. Para a confederação, lendas como Oscar não se despedem, mas permanecem em cada arremesso e memória.

Detalhes e causas da morte de Oscar Schmidt

O lendário “Mão Santa” faleceu aos 68 anos de idade nesta sexta-feira, dia 17 de abril de 2026. Oscar passou mal durante a manhã em sua residência e foi levado às pressas para atendimento médico. Ele foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em Santana de Parnaíba.

A assessoria de imprensa do ídolo confirmou o falecimento poucos minutos após o atendimento no hospital. Embora a causa específica da morte não tenha sido divulgada, Oscar enfrentava um tumor cerebral desde 2011. Em 2022, o ex-jogador havia optado por interromper as sessões de quimioterapia para o tratamento.

Carreira lendária e recordes de Oscar Schmidt

A trajetória de Oscar Schmidt no basquete começou em Brasília, mas ele se profissionalizou no Palmeiras em 1974. Ao longo de 25 temporadas, ele acumulou feitos que o colocaram no Hall da Fama do Basquete Mundial. Ele defendeu clubes como Sírio, Corinthians e Flamengo no Brasil, além de brilhar na Itália e Espanha.

O “Mão Santa” detém o recorde de maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos. Ele disputou cinco edições consecutivas das Olimpíadas entre os anos de 1980 e 1996. Oscar também é o segundo maior cestinha da história da modalidade, com 49.737 pontos marcados.

O legado e a recusa à NBA pelo Brasil

Um dos momentos mais marcantes de sua história foi a conquista do ouro no Pan-Americano de 1987. Na ocasião, o Brasil derrotou os Estados Unidos em Indianápolis com 46 pontos de Oscar na final. Aquela foi a primeira derrota da seleção norte-americana jogando em seus próprios domínios.

Mesmo sendo draftado pelo New Jersey Nets, Oscar recusou atuar na NBA para continuar defendendo o Brasil. Na época, as regras da federação internacional impediam que atletas da liga americana jogassem por suas seleções. Ele sempre afirmou que representar o país era a decisão mais fácil e nobre de sua vida.

spot_imgspot_img

COMPARTILHE

NOTÍCIAS RELACIONADAS

spot_imgspot_img

Colunista

spot_imgspot_img

FUTEBOL NACIONAL

Neymar fora do próximo jogo do Santos: veja a entrevista de Cuca

O treinador confirmou que o camisa 10 será preservado contra o Bahia para "encher o tanque" visando a decisão na Argentina; veja a entrevista...

Crise na Vila: Santos x Coritiba pela Copa do Brasil sob vaias

Com gol anulado, Neymar na trave e o pior público do ano, Peixe decepciona torcida e amplia jejum de vitórias na temporada. O duelo de...

São Paulo longe do Morumbi: crise e exílio de um mês

Agenda de shows força o Tricolor a mandar jogos no interior paulista; pressão sobre o técnico Roger Machado atinge nível crítico em momento decisivo. O...