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Seleção Brasileira goleia Panamá após mudanças e vê reservas fortalecerem disputa por vagas

Com atuação dominante dos reservas na etapa final, equipe de Carlo Ancelotti vence por 6 a 2 e embarca para os Estados Unidos com saldo positivo na preparação para o Mundial.

A Seleção Brasileira se despediu de sua torcida com uma vitória expressiva por 6 a 2 sobre o Panamá, neste domingo (31), no Maracanã. Mais do que o placar elástico, o amistoso serviu para o técnico Carlo Ancelotti observar o desempenho de jogadores que buscam espaço no time titular, com o grupo demonstrando maior eficiência ofensiva e controle do meio-campo na etapa complementar. Agora, a delegação se prepara para o embarque rumo aos Estados Unidos, onde finalizará a preparação para a Copa do Mundo de 2026.

Como a Seleção Brasileira se comportou com as mudanças de Ancelotti

O Brasil iniciou a partida com uma postura vertical, abrindo o placar logo no primeiro minuto com um gol de Vinicius Júnior, que finalizou de fora da área após jogada individual. No entanto, a equipe enfrentou dificuldades na transição defensiva e permitiu o empate panamenho aos 13 minutos, em cobrança de falta de Murillo que desviou na barreira. O controle da partida foi retomado ainda no primeiro tempo, quando Casemiro aproveitou cruzamento de Vini Jr. para marcar de cabeça o segundo gol brasileiro aos 38 minutos.

A grande mudança ocorreu no intervalo, quando Ancelotti promoveu dez substituições, mantendo apenas o zagueiro Léo Pereira em campo devido aos desfalques de Marquinhos e Gabriel Magalhães, que disputaram a final da Liga dos Campeões no dia anterior. Com uma nova formação, a Seleção Brasileira apresentou um jogo mais cadenciado e criativo, com Lucas Paquetá e Danilo Santos controlando o ritmo e evitando a pressa excessiva demonstrada na etapa inicial.

Reservas da Seleção Brasileira ganham espaço na disputa por vaga

A etapa final foi marcada pelo domínio dos suplentes, que ampliaram a vantagem com gols de Rayan, Lucas Paquetá, Igor Thiago (de pênalti) e Danilo Santos. Rayan aproveitou um erro na saída de bola do goleiro Mosquera para marcar por cobertura, enquanto Danilo Santos consolidou a goleada após jogada individual na área.

A atuação dos reservas gerou repercussão positiva entre os 72.140 torcedores presentes, que também lembraram de Neymar, ausente por uma lesão na panturrilha, gritando seu nome nas arquibancadas durante a festa do placar elástico. O Panamá ainda conseguiu descontar com Harvey aos 38 minutos do segundo tempo, mas não ameaçou a vitória brasileira no Rio de Janeiro.

Próximos passos da Seleção Brasileira rumo à estreia na Copa

A vitória por 6 a 2 encerra o ciclo de jogos da Seleção Brasileira em território nacional antes do Mundial. A delegação embarca nesta segunda-feira (1) para os Estados Unidos, onde enfrentará o Egito no próximo sábado (6), em Cleveland, no último teste antes da estreia oficial no torneio.

FICHA TÉCNICA – BRASIL 6 X 2 PANAMÁ

Competição: Amistoso Internacional
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data: 31 de maio de 2026 (domingo)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Público: 72.140 torcedores

Arbitragem
Árbitro: Daniel Schlager (ALE)
Assistentes: Sven Washitzki-Günther (ALE) e Rafael Foltyn (ALE)
VAR: Pascoal Müller (ALE) e Robert Schröder (ALE)

Cartões amarelos: Blackman (Panamá)
Cartões vermelhos: Não houve

Gols:
Brasil: Vinicius Júnior, a 1 minuto do 1º tempo; Casemiro, aos 38 minutos do 1º tempo; Rayan, aos 8 minutos do 2º tempo; Lucas Paquetá, aos 14 minutos do 2º tempo; Danilo Santos, aos 35 minutos do 2º tempo; Luiz Henrique, aos 38 minutos do 2º tempo.
Panamá: Murillo, aos 13 minutos do 1º tempo; Harvey, aos 38 minutos do 2º tempo.

BRASIL: Alisson (Ederson); Wesley (Danilo), Bremer (Ibáñez), Léo Pereira e Alex Sandro (Douglas Santos); Casemiro (Fabinho) e Bruno Guimarães (Danilo Santos); Matheus Cunha (Lucas Paquetá), Raphinha (Igor Thiago), Vinicius Júnior (Endrick) e Luiz Henrique (Rayan).
Técnico: Carlo Ancelotti.

PANAMÁ: Mosquera; Murillo (Iván Anderson), Escobar (Jiovany Ramos), Córdoba (Fariña) e Andrés Andrade (Miller); Bárcenas (Davis), Ismael Díaz (Griffith), Blackman, José Rodríguez (Tomás Rodríguez) e Harvey (Cristian Martínez); Waterman (Fajardo).
Técnico: Thomas Christiansen.

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