Depois de empolgar na primeira fase, Marília decepciona fora de casa e chega pressionado para decisão contra o EC São Bernardo. Classificação exige mudança de postura e atuação acima do padrão recente.
Por Ednelson Cunha — Colunista Edmais Esporte 30/03/2026
Gente, o MAC foi por um triz… E olha, não era pra estar nessa situação. A primeira fase foi animadora, time firme, só seis gols sofridos em 15 jogos, passou por cima de muita gente e fez o torcedor acreditar.
Aí chega o mata-mata… e pum! Balde de água fria. Derrota por 2 a 0 em Santo André contra um EC São Bernardo que não vencia há três jogos. É aquele tipo de resultado que machuca, ainda mais pelo jeito que foi.
E não é só o jogo, tá? É o histórico. São sete anos batendo na trave, sete anos de Série A3 sem conseguir sorrir de verdade. O torcedor já entra com o pé atrás, e quando vê isso acontecer, o trauma volta na hora.
Agora, ainda dá? Dá sim. Futebol permite. Mas vai ter que mudar muita coisa. Do jeito que jogou, principalmente no segundo tempo lá em Santo André, não passa. Simples assim.
O Marília precisa ser menos previsível, mais agressivo, mais vivo no jogo. Porque o São Bernardo é “malandro”, gosta desse cenário, sabe cozinhar jogo e jogar com o desespero do adversário.
Sábado é decisão. 19h30, no Abreuzão, aniversário de 97 anos de Marília. Olha o tamanho da responsabilidade. Pode ser presente… ou mais água no chopp.
E vou falar: tem que jogar muito mais do que jogou contra o XV de Jaú e contra o próprio São Bernardo fora. Se repetir aquilo, esquece. Agora, se voltar aquele time que enfrentou Portuguesa Santista e Bandeirante, aí muda tudo.
É jogo pra alma, pra raça, pra mostrar que esse time não é mais um que vai parar no mesmo lugar de sempre.






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